quarta-feira, maio 16, 2007

Uma perdição!


Nestum com Mel e Cerelac tradicional!

Até me babo quando me dão uns acessos de desejo por estas maravilhas do planeta!
Gosto quando não fica bem desfeito e encontro umas bolas pelo caminho!...
hhhuummm...
Desde sempre me lembro de comprar um ou outro e deliciar-me num lanche numa tarde de inverno.

Quando engravidei, imaginei que faria para a criança uma pratalhada: "Não quer mais. Que chatice! Vou ter de acabar com o resto!"
Mas tive azar.
A pimpolha esteve sempre no percentil 95 do peso e foi proibida pela pediatra de comer qualquer tipo de papa.

Não há desculpa. Quando compro é mesmo para mim. (Depois queixo-me que estou gorda e com pneus...)

Para dar o vosso melhor

Preciso urgentemente de sugestões para dispersar a minha atenção do lado laboral.
Ainda agora regressei e já houve tentativas baixas para me desestabilizar.
Portei-me bem! Fiz silêncio (coisa rara em mim, eu sei... mas consegui!).

Então aqui fica o apelo:
Aceitam-se sugestões que me distrair e que ajudem a minimizar a carga que coloco nesta área. (é certo que só tenho tido 2 interesses na vida: trabalho e filha... P. tens razão: vidinha de caca esta!)

Condições:
- Não envolva muito dinheiro (de preferência não o envolva).
- Seja possível ser feito também com K. por perto (é que com tamanha ausência de pai correria o risco de apenas me distrair 1 vez por mês).
- A goegrafia também é importante - a pessoa aqui está em Lisboa.
- Que dê gozo.
- Que não envolva cozinhar.

segunda-feira, maio 14, 2007

Quanta dor...!!


Nem sei que diga.
Não consigo chegar ao sofrimento de Pais que perdem um filho.
Dizem que perde-lo por morte não é tão mau comparavelmente ao desaparecimento.
Nestas alturas imagino o que seria de mim se me raptassem a minha filha. Apetece-me gritar!!
Acho que ficaria louca e mais facilmente me suicidaria por sentir como incomportável tal dor.

Imaginar a desprotecção, o abandono e o sofrimento emocional e físico sentido por uma destas crianças faz-me chorar lágrimas de sangue.
Há realmente coisas que os Deuses não deviam permitir. Esta é seguramente uma delas.

Em relação ao caso Maddy, diz-se muita coisa.
É certo que mais se está a fazer agora do que alguma vez se fez com outra qualquer criança desaparecida;
É certo que há, a cada minuto, crianças a morrer à fome e por maus tratos;
É certo que só se fala neste caso;
Mas se este aparato permitir que a criança apareça sã e salva e que se aprenda e reavalie formas de intervenção mais eficazes, então já valeu a pena.

Não me sinto também capaz de culpar aqueles Pais. A culpa por eles sentida já deve ser mais que muita...
Negligência. Inocência. Excesso de confiança. Sedativos a crianças. Swing. Tanta coisa se diz... Tanta coisa se pode inventar... Tanto julgamento... É sempre tão fácil falar.
Acredito que estes Pais dariam tudo para voltar atrás. Quero acreditar que eles não têm nada de menos positivo a ver com o caso.

Todos nós como Pais acabamos por ter uma ou outra atitude menos correcta ou de menor atenção. Não somos perfeitos.

Quem nunca errou que atire a 1ª pedra!

De regresso

De regresso ao trabalho...
Sem vontade, nem forças suficientes, mas cá estou novamente.
Queria agora apenas fazer parte da plateia. Deixar andar. Defender-me.
De regresso ao trabalho... queria penas fazer o meu melhor no meu bocadinho, sem expectativas nem empenhamentos excessivos.
De regresso ao trabalho... queria apenas ser boa profissional sem ser maltratada.

domingo, maio 13, 2007

Reflectindo...

Nascida numa família católica praticante e educada no meio, a minha vida foi dando muitas voltas.
Com a adolescência pertenci a inúmeros grupos de desenvolvimento pessoal e católico, estando na coordenação de muitos deles, mas com o divórcio (fui trocada por uma amiga de um desses grupos), afastei-me.
Vivi a podridão que muitas vezes se instala e não soube separar as águas.
Afastei-me de tudo.
Ao vir para Lisboa, fui tomando contacto com uma realidade mais esotérica, fechando sempre portas. O meu lado céptico e pragmático faz destas coisas. No entanto fica sempre um bichinho de curiosidade.
Agora num momento de maior fragilidade emocional sinto necessidade de me agarrar a alguma coisa que me dê paz, que seja mais transcendental.
Hoje informei-me onde se realizam eucaristias de jesuítas aconselhadas por uma amiga.
Mas tenho medo. Medo de voltar, medo do que vou redescobrir, medo de me comprometer.
Nem sei se vá. Estou com vontade, mas... não sei se vá.
Mal não me irá fazer, mas encontrar-me com Ele faz-me arrepiar tendo em conta a distância e desprendimento que promovi.
Confesso que levo tudo muito a sério e este modus vivendi faz-me empenhar arduamente em cada projecto.
Ou tudo ou nada.
Como diz o meu amigo Pedrinho, coloco demasiada carga nas coisas... E depois as desilusões são mais que muitas. Crio umas bolhas de ilusão e caio de cavalo. Em tudo e com tudo na vida.
Entretanto, para me defender, bloqueio o que me possa fazer sentir emoções.
Fujo. Resguardo-me. Ergo barreiras enormes. Fico na minha concha, mesmo que aparentemente seja muito aberta e comunicativa.
Não sei que faça...

sábado, maio 12, 2007

Dia eclético

Decidi aproveitar um voucher de desconto e oferecer-me uma massagem relaxante de 1 hora.
Custou-me relaxar.
Música zen. Ambiente relaxante. Massagem muito boa, mas a minha cabeça andava a 300 km/hora.
Não consegui aproveitar mais do que apenas alguns minutos de abstracção.
(quem sabe das próximas vezes será diferente)
Cheguei ao carro e dei com ele BLOQUEADO!! (aqui a menina anda tão na lua que nem reparou que o parque era a pagar... mas nem mesmo este episódio estragou o estado relaxante)
Nunca vi tamanha eficácia! Multaram-me às 12:11h e às 12:28h já estava o carro bloqueado!! (penso que se tratava de uma espécie de policia municipal em Oeiras. Sempre vão enchendo o saco à dita câmara!)
Pimba 60 euros!!!
(ficou-me cara a massagem; nem o desconto valeu a pena...)

De tarde, sofá! (para a pessoa abobrar um cadinho, que isto depois de uma massagem e de ficar com a carteira vazia cansa muito).

À noite, teatro (Amei a peça!!!) com a minha Toura de Abril, sempre grande companhia.
Longas conversas. Grandes emoções.

(Obrigada Amiga. Foi realmente muito melhor do que ficar em casa fechada mais uma vez. Programa sereno e cultural)

Noutro patamar

Ontem recebi um telefonema da minha colega de serviço e senti-a com:
- As mesmas queixas;
- as mesmas lamúrias;
- as mesmas zangas;
- a mesma frustração;
- o mesmo cansaço/exaustão
de quando vim para casa há 3 semanas atrás.
E sabem que mais?... senti-me a anos luz daquilo, o que se torna uma boa notícia. Pelo menos já estou a recuperar.
Bem sei que 2f vou regressar e que me espera o mesmo, mas vou fazer um esforço para apenas me sentar na plateia.

Sinto-me mais calma e serena.
Estou mais na de ouvir do que na de falar.
A tristeza e o cansaço acompanham-me, porém já noutro patamar.
Não posso, nem quero que a minha sanidade mental continue a ser beliscada, que a minha estabilidade emocional seja condicionada por loucos e não admito que a minha filha volte a sofrer por tabela.
Será pedir muito que façam força por mim agora?... é que a energia de todos é mais forte.
Obrigada.

quarta-feira, maio 09, 2007

De regresso, por hoje...

Estive fora uns dias. Fui à terrinha recarregar baterias.
Estar em família mesmo quando somos "A rebelde" sabe muito bem.
Nestas alturas eles sentem que estou diferente: estou mais por casa, durmo a sesta, ouço apenas... E estou mesmo diferente. A tristeza deixa-nos sem fogo, sem energia...
Tentei fazer apenas e só o que me permitia estar serena, mesmo que isso implicasse não ter tempo, entretanto, para percorrer as capelinhas.
Com a minha filha procurei seguir o ritmo dela, com muitos mimos e muitos beijos.

Eu - Mamã dá muitos...?
Ela - Beijinhos!! (a sorrir de orelha a orelha com um xi coração certeiro!)

Ela merece.
(confesso que tem sido a mais prejudicada e isso vou lamentar 100 anos que viva)

No regresso cheguei à conclusão que terei de equacionar as minhas escolhas:
  1. Estar a fazer O trabalho que me agrada embora implique estar longe dos amigos e da família ou fazer UM trabalho que não me agrade e estar num sítio com mais qualidade de vida e mais perto dos que amo?
  2. O que é prioritário? Estar sozinha e em paz (estar a 200 km de distância tem essa vantagem porque adoro o silêncio) ou estar perto e ter mais apoio, mas levar com a família e o controlo a todo o tempo?
  3. "Progredir" numa cidade de oportunidades (trabalho, formação académica e profissional, formação cultural) mas sem redes de apoio para me ajudar com a minha filha (o que implica não poder aproveitar nada) ou "regredir" e voltar à cidade de origem, sem tantas oportunidades, mas com apoio e quem sabe com a possibilidade de vir cá fazer formação?
  4. Viver de forma mais impessoal no que toca a vizinhos e redondezas (agrada-me), mas sem rede de suporte algum ou viver no meio de alguma mesquinhez (desagrada-me) de pensamento, mas com rede de suporte?
  5. Mudar de alvo/tema de trabalho, sendo que este é a minha Prima Dona? (foi por causa dele que larguei tudo: antigo emprego, família, situação financeira estável, relação amorosa que acabou pela distância)
  6. Mudar de cidade?
  7. Que vida quererei eu ter? em stress embora trabalhe no que goste ou com mais qualidade e a sentir-me sufocada pela mediocridade?
  8. Mas afinal que digo eu?... se é o trabalho que me levou a ficar de atestado... bom, não foi bem o trabalho, mas a idiotice, a injustiça, a incompetência, o aproveitamento, a incongruência que o rodeia...
Não sei se algum dia conseguirei dar respostas a esta imensidão de dúvidas, ou quem sabe até as darei mais breve do que julgo...
Apenas sei que terei de dar tempo ao tempo e viver o mais serenamente possível.
Tudo acaba por nos acontecer na vida desde que nos consigamos sentir serenos e em paz...
Procurarei esse caminho.
Precisarei de ajuda, mas tentarei não desistir.

quarta-feira, maio 02, 2007

Stand By


Depois de muito pensar decidi fazer um stand by no blog.
Ando demasiado em baixo para escrever... aliás só me apetece escrever textos down e cinzentos, como a minha alma.
E para isso mais vale estar quieta (eu própria não tenho pachorra para ler blogs deprimidos).
Por isso amigos, até breve...
Beijos imensos e um xi coração do tamanho do meu antigo sorriso (como diz a minha grande amiga grilo falante).

sábado, abril 28, 2007

Passeio matinal

Hoje obriguei-me a passear com a pimpolha pela manhã.
Fomos à Quinta Pedagógica.
Espaço simples, organizado, limpo, bem cuidado.
Ela adorou!!
Tem ainda ateliers para os miúdos dedicados ao pão, doces e pintura.
Acabamos por almoçar no centro comercial lá perto.
A minha princesa portou-se (à mesa) que nem uma rainha!!
Enquanto coloriamos um livro de tarde apercebi-me que ela está bem mais madura...
Chego à conclusão que tenho de lhe dedicar mais do meu tempo.
Ela cresce tão depressa!!!

terça-feira, abril 24, 2007

Se calhar...

... devia mudar o meu nick.
De divertida não tenho nada por ora...

Lamento o lado negro e pesado dos post's.
Mas apesar de tudo é por aqui que vou libertando os meus medos e angústias, raivas e frustrações.
É também aqui que venho buscar forças.

Esperemos dias melhores, com aquela gargalhada genuína que só eu sabia dar.

Notícia horrível

Parece que há fases em que tudo o que acontece é negro...
Hoje tive uma notícia horrível: o sobrinho (6 anos) de uma grande amiga minha ao qual foi diagnosticado Retinoblastoma e que já retirou um olho, vai na próxima 5f tirar o outro, acabando por ficar cego.
Apesar de todos os esforços médicos (Portugal e Suiça) de nada valeu o empenhamento para o deixar pelo menos como a filha dessa minha amiga, a ver de um olho.
Neste caso, trata-se de um problema genético que afecta os segundos filhos.

Nem sei contra quem ou contra quê me hei-de revoltar...
Não imagino sequer o sofrimento daqueles pais, nem tão pouco a tristeza profunda daquela criança que já viu o sol, as cores, os amigos, a família, os brinquedos...

Mas como diz essa minha amiga, cuja força ultrapassa a da humanidade junta, antes isso do que morrer.

segunda-feira, abril 23, 2007

Kika

Ora para ajudar à festa a minha filha está com insónia inicial.
Porra! Cada momento de deitar deixa-me com os nervos à flor da pele.
Quer acorde mais cedo ou menos cedo (mas cedíssimo de qualquer forma), quer durma 1h de sesta ou 4h, quando a coloco para dormir (tipo 21.30h/22h) dá voltas e mais voltas na cama, chama-me por tudo e por nada e acaba por adormecer tardíssimo, comigo já zangada.
Ontem era quase 1h da manhã, hoje já passa das 23h e ela está na mesma vida.
Tanto faz que me deite com ela ou que saia do quarto e lhe apague a luz. Tanto faz que durma sozinha ou com um boneco.
(eu só queria paz e sossego, por dentro e por fora...)

Costumo dizer que 2 dias antes de eu estar de neura, ela começa a adivinhar e entra nas birras mais incríveis de que é capaz.
Está claro. Se eu não ando bem, ela também não pode andar... já dizem as teorias da psicologia do desenvolvimento, mas por muito que me esforce por me mostrar sem choro e deprê, o certo é que não consigo fazer mais do que isto.

No fim de semana, fomos passear um bocado a pé (nestas alturas só me apetece estar fechada em casa, além de já ser por norma muito caseira, mas ela stressa fechada num apartamento dias seguidos evidentemente).
Foi sempre na tagarelice. Eu ia respondendo... da maneira que o meu espírito permitia...

- Mamã tu num falas?
- Falo.
- Tu num falas com Kika?
- Falo, filha.
- Falas pouco. (num tom a desdenhar como se a dar conta da tua própria saturação de falar sozinha)

Até fiquei sem ar...

sábado, abril 21, 2007

Raiva

Como já tive oportunidade de dizer, coincidentemente (ou não. Já diz a outra que nada é por acaso) vieram 2 pessoas para casa acusando burnout em função de cenas chatas no serviço.
Hoje falei com essa colega. Diz que passa o tempo a chorar.
Pelo meu lado só continuo a sentir raiva, raiva e mais raiva.
Mas porque será que, até nos momentos em que estou down, tenho dificuldade em me deixar levar ao ponto de permitir avalanche de lágrimas para que de uma vez por todas lide com a situação de outra forma?
Enquanto permitir que esta raiva me consuma, não evoluo...

sexta-feira, abril 20, 2007

Chefe ou Shrek

A minha pimpolha sempre confundiu Chefe com Shrek.
As palvras soam-lhe ao mesmo.
Na semana passada quando a saga no serviço recomeçou, ela perguntou:
- mamã tás tiste?
- sim, estou...
- com a K. ? (ela própria)
- não filhaaa...! estou triste com o chefe.
- com o chefe?!... foi pu causa do bugo (burro)?
- pois... de alguma forma acaba por existir um burro aqui no meio, pensei.

Tadinha... Acabou por me fazer sorrir. As crianças são tão inocentes...

quinta-feira, abril 19, 2007

Mescla de sentimentos

Já tive oportunidade de dizer que o meu objecto de trabalho são pessoas.
Se por um lado estou zangada, indignada, frustrada, irada, exausta e com necessidade de descansar e de pensar em mim, por outro lado ao fim do primeiro dia em casa, o meu lado brioso, começa a deixar-me com um sentimento de culpa porque ao assumir a minha fragilidade não estou desta forma a cumprir o meu dever como activa que é trabalhar, deixando de igual modo de ajudar pessoas que precisam de mim.
Bem sei que não estou bem e que também elas acabariam por ser "prejudicados", mas a capacidade de dizer não nestas circunstâncias é diminuta.
Não sei o que me dói mais...
Terei de trabalhar a minha dôr, mas também esta co-dependência.
Apesar de uma força que me invade motivada pela raiva, surge invariavelmente o desamparo.
Sinto-me pequenina, desprotegida e do tamanho de um grão de areia, sabendo que não posso estar nesse patamar para além dos momentos em que estou sozinha sem ninguém à minha volta.
Delicio-me com a ideia de um colinho onde possa ser eu mesma neste momento: frágil, desamparada, a precisar de cuidados, sem saber o que fazer, com medo e com necessidade de me entregar, como se de uma criança se tratasse.
Realidade impossível.

quarta-feira, abril 18, 2007

Burnout

Pois parece que estou em burnout.
Vou ficar em casa por uns tempo antes que me passe completamente para o outro lado ou dê cabo de alguém. E não sou a única...
Quando as instituições funcionam de forma completamente esquizofrénica é muito dificil aguentarmos com saúde mental. Quando os mandantes são completamente loucos, não há serenidade que permaneça...
Pergunto porque será que permitimos que nos façam tanto mal?...
Porque será que não conseguimos dizer basta atempadamente?...
Questiono o meu sonho laboral... alcancei-o... pelo menos no seu tema... mas à custa de me ter transformado num ser que nem conheço, triste, instável, desesperançado...
Já nem me conheço... já não me sei descrever... já não acredito que sei fazer...
Anularam-me. E eu deixei.
Noutros sítios, de outros tempos, ainda me conhecem pela gargalhada como imagem de marca. Pela alegria. Pela energia. Pela competência feroz. Pela iniciativa.
Hoje, para os miguitos recentes, às vezes, deixo transparecer que se calhar tenho uma gargalhada como imagem de marca... mas está lá longe...

segunda-feira, abril 16, 2007

Saí na rifa

Mas porque raio insisto eu em ser cavaleiro andante?
Porque é que será que ainda acredito que podemos dizer tudo a toda a gente, desde que com educação, mesmo que seja o chefe e mesmo que o abanemos na sua segurança ou profissionalismo? ou mesmo que seja a mais pura das verdades?
Não poderei uma vez na vida deixar esse papel para outras pessoas? (é certo que mais ninguém o faria...)
Parece que não aprendo... é aqui que também me custa ACEITAR como atrás referi.
A cena das injustiças custa-me a engoliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiir!!!!!!!!!!!!!!
Agora vou estar na berlinda enquanto não lhe sair outra na rifa............. e as possiveis candidatas vão estar sossegadinhas, a mostrar como são boas e lindas subordinadas e aproveitar o mal estar para o meu lado. Bem sei o que isso é. Não as recrimino. Já fiz o mesmo. Afinal é sempre a melhor forma de nos defendermos...

Não parece, mas às vezes pareço ter 2x2 metros!...
Nas consequências, crescem-me as costas e aguento tudo! (por muito que me custe...)

domingo, abril 15, 2007

Michelin ou Bridgestone

Ganhei uns kg à conta do natal e da páscoa! E com eles os michelin!
Socorro!
E agora?
Logo eu que gosto mesmo é de Abobrar no sofá!
Sugestões para queimar gordurinhas aceitam-se!

(nada que dê muito trabalho e que tenha resultados à vista, pois claro.)

sábado, abril 14, 2007

Só a mim!

Decidi inscrever-me no inglês (um bocado como aquelas pessoas que se inscrevem no ginásio apenas na primavera!).
Uma amiga minha dizia:
- A C. adorou! o ambiente é muito porreiro! até faziam jantaradas de vez em quando!

Mas pelo facto de não haver horário pós laboral, na zona que me dava jeito, disponível para o meu nível, integrei uma aula de adolescentes (ou diria pré?!).
Como tal, acho que vou mesmo é tomar o pequeno almoço com eles um dia destes!